quarta-feira, 9 de março de 2011

Nossa, quando tempo!!
Vou aqui cedendo o meu espaço o esmo, deixo fluir. É incrível o quanto sou imprevisível, antes era simplesmente o que eu solicitava, agora já não mais. Sou desejos infungíveis que não se contentam facilmente e eu sei bem como.
Essa transformação dava-se desde o ano passado, era algo que eu almejava mais que tudo, minha satisfação, o auto-conhecimento. Não por razões externas nem nada. Faço o que quero, porque realmente o desejo. Não firmo-me, nem acalento-me, simplesmente eu permito; não prendo-me, nem ao menos solto-me, eu me permito; não desgosto-me, muito menos adoro-me. Sou falho, em busca de me aperfeiçoar. Simplesmente desejo ser o melhor em tudo, como até hoje já fui, hoje não gosto, quem sabe amanhã eu deseje, é o risco que passamos pouco a pouco.
Não quero, nem a poesia bruta, muito menos a pichação, essa história do querer e buscar, está mais no sub-consciente do que nunca, o que eu quero é realmente o que desejo? Ou eu desejo por causa da predisposição já imposta. As vezes, queremos, sentimos, mas não podemos querer, porque? O porque está, em você, na sua família, no convívio, na cultura, inclusive: no século. Afinal, eu todos já passamos pela seguinte situação: " você quis, fez/comeu(degustou)/sentiu/etc. e de tanto ver/ouvir/vivenciar, acaba que achando aquilo errado, afinal, ou então o errado sou eu.
Tento me desvencilhar, ao máximo disso. Para mim isso é importantíssimo, e temos que saber separar o que é meu do que é do outro, isso é o exercício!!!
olhe só aonde meu esmo me levou, interessante!!!(sem nenhuma influência) hahaha

segunda-feira, 7 de março de 2011

"Há vários lados que se tenha escolha, siga linha do atenuada de seus princípios e não se arrependa, pois todo o que se fora construido, pode se desfacelar como monte de arreia em um vendaval" - frase de 2009

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Sou seguidor de mim, faço dos meu desejos as vontades e as necessidades do meu eu. Me espelho no que seria o benevolente e propenso. Mas de nada isso valeria, se não fosse por mim!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Dedicado a mim esse poema foi, agora faz de mim, ele? ou ele, de mim?

"Estava por ai andando nas infinidades da sombras
E la no fundo avistava algo sobressaio
me perguntei, será o que eres,
um homem?
uma pedra?
um caixote?
nada, uma chave de cadeia...
Um chave de cadeia, pensante...
Este é o problema,
algo que deperta o Eu,
me me leva ao orgasmo de suas palavras,
convincente , talvez..
mas explicavel...''

domingo, 16 de janeiro de 2011

Mesmo que eu negue, mesmo eu não ligue, mesmo que não de a mínima importância, ela vai estar lá. Tinhosa, indomável, e as vezes até sorrateira, ela está lá, infiltrando e modificando o eixo que sustentava outras tipos relação, fazendo assim explodir uma frenesí de sentimentos incomuns até o momento. Enfim, sorrateira sim. Afinal, era só uma pessoa amiga ou apenas um pessoa conhecida. Porém, a simpatia transforma-se o elo mais do que intrapessoal , o controlável dissipasse perdendo cada vez mais a barreira do seguro, surpreendendo a si mesmo com uma imprevisibilidade fora do usual, dadas a circunstâncias da mesmice pensa-se que é passageiro, todavia não é! Ainda mais quando não se da a devida atenção para dentro si, ignorando, esquecendo. Pensando que irá passar, NÃO IRA. Tudo que se tem a fazer é abrir o jogo e com isso com sinceridade, franqueza e solidez. Que pertubação é essa? é a paixão e não há nada que se possa fazer após ela ser imposta!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Um pequena deixa pra quem não aparece aqui a tempo:
Você acha que moralidade é definida pelas nossas ações ou por aquilo que está em nossos corações?

'' A moralidade é definida justamente a intersecção de ambos, pois o que esta em nosso coração é a essência, porém nossa ações são o reflexo dos desejos de nossa alma, mesmo que tenhamos noção do que é imposto pela sociedade.''

sábado, 4 de setembro de 2010

A mediocridade Decretada!

Obviamente todos nos queremos o bom e melhor da nossa passada efêmera por aqui, querendo ''ostentação, poder, Status'', não o condeno, pois desejo também, porém o diferencial é quando isso é só um de seus desejos mundanos ou se é foco em questão.
Pena, pena! Que raiva senti hoje, pois é, isso foi meu foco, a acidez dos meus pensamentos fez-me sentir ojeriza do meu ''sub(ou não)consciente'' . Fazendo-me a refletir sobre qual rumo tomar! É lógico que eu sei o certo, porém tenho direito e dever de ser instável. Quero poder ser ''desprecupadamente'' pleno em realizações que por tempos virão. É isso mesmo, sou instável e sendo mais preciso estou vulnerável neste momento de ociosidade,No entanto quero fazer várias coisas q não são permitidas pelo um estado mais avançado de impossibilidade.

Tiro como lição uma frase de Fernando Pessoa: Tudo vale a pena, se a alma não é pequena!
Mesmo que essa frase já esteja no ápice do seu clichê, é como na vida a momentos que não há com escapar do clichê!